Dúvidas Frequentes

A alimentação interfere nos resultados de exames?
Habitualmente, é recomendado um período de jejum para a coleta de sangue para exames laboratoriais. Após as refeições, a circulação de certos elementos provenientes da alimentação pode interferir em algumas metodologias laboratoriais e prejudicar a realização do exame. Alguns exames sofrem influencia da dieta diária prévia à coleta, mesmo respeitando-se o período regulamentar de jejum, sendo exemplo bem conhecido a dosagem de triglicérides que apresenta variações importantes conforme a característica da dieta prévia.

Jejum muito prolongado altera resultados de exames?
Sim. Para glicemia o jejum máximo é de 14 horas. As Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) para coleta de sangue venoso orientam que devem ser evitadas coletas de sangue após períodos muito prolongados de jejum ? acima de 16 horas, de maneira geral.

Exames que pedem jejum têm de ser feitos sempre de manhã?
Classicamente, a melhor condição para coleta de sangue para realização de exames de rotina é o período da manhã, embora não exista contra-indicação formal de coleta no período da tarde, salvo aqueles parâmetros que sofrem modificações significativas no decorrer do dia (exemplo: cortisol, TSH, etc.). Assim, obedecendo-se ao tempo estipulado de jejum, alguns exames podem ser colhidos à tarde. O horário em que foi realizada a coleta deve ser informado ao médico no laudo.

Água quebra jejum?
Não. A ingestão de pequena quantidade de água, no decorrer do jejum alimentar, não prejudica a realização de exames de sangue.

Como deve ser a alimentação para os resultados dos exames serem confiáveis?
Para alguns exames pode ser sugerida uma dieta especial, mas para a maioria, o indivíduo não deve alterar sua rotina alimentar, a menos que haja orientação médica. Apenas deve-se respeitar o período de jejum recomendado para os exames que irá realizar.

O que é dieta habitual?
É alimentar-se conforme seus hábitos do dia-a-dia, sem modificações. Para alguns exames meu médico diz que não é preciso jejum e pelas instruções do laboratório o jejum é necessário. Qual orientação seguir? Habitualmente, é recomendado um período de jejum para a coleta de sangue para exames laboratoriais. Para evitarem-se as interferências da dieta, o período de jejum para a coleta de exames laboratoriais de rotina, geralmente, é de 8 horas, podendo ser reduzido para 4 horas para a maioria dos exames. Porém, em situações de urgência, o médico pode solicitar a realização de exames sem o jejum.

O uso de bebida alcoólica pode interferir nos resultados de exames?
Mesmo o consumo esporádico de etanol, álcool encontrado nas bebidas, pode causar alterações significativas e quase imediatas na concentração plasmática de alguns metabólitos, por exemplo, glicose, ácido láctico e triglicérides. O uso crônico é responsável pela elevação da atividade da gama glutamiltransferase (GGT), entre outras alterações importantes.



A ingestão de café é permitida antes da coleta?
Não. A cafeína pode induzir a liberação de adrenalina, que, por sua vez, estimula pequena elevação da glicose e outros elementos no sangue.

O fumo é permitido antes da coleta?
Não. O fumo pode elevar a concentração de substâncias como adrenalina, aldosterona, cortisol e antígeno carcinoembrionário. O tabagismo também é causa de elevação na concentração de hemoglobina, no número de leucócitos e de hemácias e no volume corpuscular médio. E ainda, o fumo causa redução na concentração de HDL-colesterol.

O paciente deve suspender os medicamentos antes da coleta de sangue?
Não. A suspensão de medicamentos somente pode ser autorizada pelo médico assistente e seu uso deve ser mantido conforme orientação do mesmo. Alguns exames são realizados exatamente para avaliar o efeito do uso do medicamento. Para drogas de monitorização terapêutica, cuja coleta de sangue é sugerida imediatamente antes da próxima dose, é conveniente o paciente trazer consigo o medicamento em uso, para evitar ultrapassar o horário programado para a medicação.

Remédios interferem em exames laboratoriais?
Alguns, sim. Podem causar variações nos resultados de exames laboratoriais, seja pelo próprio efeito fisiológico, in vivo, seja por interferência analítica, in vitro. Dentre os efeitos fisiológicos, devem ser citadas a indução e a inibição enzimáticas, a competição metabólica e a ação farmacológica. Dos efeitos analíticos são importantes a possibilidade de ligação preferencial às proteínas e eventuais reações cruzadas. Portanto, informe os remédios que esteja tomando ao atendente antes do exame, inclusive vitaminas, fitoterápicos e medicações não prescritas por médicos. A suspensão de medicamentos para realização de exames deve ser autorizada e orientada pelo seu médico. Se a interrupção não for possível, esse dado deverá ser considerado na avaliação do resultado.

Posso fazer exames após ter realizado exercícios físicos?
O efeito da atividade física sobre alguns componentes do sangue, em geral, é transitório e depende das variações nas necessidades energéticas do metabolismo e da eventual modificação fisiológica que a própria atividade física condiciona. Esta é a razão pela qual se prefere a coleta de amostras com o paciente em condições basais, mais facilmente reprodutíveis e padronizáveis. O esforço físico pode causar aumento da atividade sérica de algumas enzimas, como a creatinoquinase, a aldolase e a aspartatoaminotransferase. Esse aumento pode persistir por 12 a 24 horas após a realização de um exercício.


Após uma coleta de sangue de rotina, qual o intervalo de tempo recomendado para iniciar a prática de um exercício físico ou retorno às atividades habituais?
A coleta de sangue não é procedimento impeditivo para a prática de exercício físico. Cada caso deve ser avaliado individualmente, ficando a decisão final para o próprio paciente conforme orientação médica. A ingestão de alimento é necessária para encerrar o estado de jejum, antes da prática esportiva.

Mulher menstruada pode fazer exame de sangue?
Sim. Porém é importante que o médico saiba em que período do ciclo menstrual seu exame foi realizado, especialmente para dosagens hormonais. Mesmo porque as alterações hormonais típicas do ciclo menstrual também podem ser acompanhadas de variações em outras substâncias.


Pode-se fazer exame de sangue com gripe, resfriado ou febre?
Alguns exames são solicitados exatamente porque a pessoa está com febre, para identificar sua causa. Porém, em algumas circunstâncias, a doença responsável pela febre pode interferir nos exames destinados a avaliar aspectos metabólicos e imunológicos. Consulte o seu médico ou o laboratório antes de fazer o exame.

Por que quando se tira sangue, às vezes o local fica roxo?
A formação de hematoma é uma situação comum após punção de artérias e veias. O hematoma origina-se do extravasamento do sangue para o tecido sob a pele, durante ou após a punção. Caso a formação do hematoma seja identificada durante a punção deve-se fazer compressão local durante pelo menos dois minutos. Compressas frias podem ser utilizadas por 24 horas para auxiliar a reduzir a dor local e a progressão do hematoma. O procedimento de dobrar o braço após a retirada da agulha e/ou carregar objetos relativamente pesados logo após a coleta, contribuem sobremaneira para a formação do hematoma mesmo após uma coleta de sangue bem sucedida.

Amostra de urina para exame laboratorial pode ser colhida em casa?
Idealmente os exames de urina deveriam ser colhidos no laboratório, mas é permitida a coleta em casa, desde que sejam seguidas as orientações quanto aos cuidados de assepsia, coleta, transporte e armazenamento. As uroculturas devem ser colhidas, preferencialmente, no laboratório.

Por que devemos desprezar o primeiro jato de urina quando vamos fazer o exame urina rotina?
O primeiro jato urinário transporta células e secreções presentes na uretra. Na investigação de infecção urinária é importante que o material não esteja contaminado com resíduos uretrais.

Menstruação, cremes e óvulos vaginais interferem no exame de urina?
Sim. O ideal é fazer o exame fora do período menstrual, contudo, nos casos de urgência a urina pode ser colhida tomando-se cuidado com a assepsia para tentar evitar que o sangue menstrual se misture à urina. O mesmo é válido para cremes e óvulos, devendo-se adiar a coleta por 48 horas ou no caso de urgência fazer assepsia rigorosa, eliminando resíduos dos produtos.

O exame de urina tem que ser colhido na primeira urina da manhã?
Algumas características da urina modificam-se ao longo do dia, em razão do jejum, do tipo de dieta, da atividade física e do uso de medicamentos, por isso, geralmente recomenda-se a primeira urina da manhã e deve-se seguir a orientação médica. Na ausência desta solicitação, amostras ao acaso podem ser colhidas em qualquer período do dia, desde que haja no mínimo 4 horas de retenção urinária.


Para colher fezes, a pessoa precisa estar em jejum?
Não, recomenda-se a coleta em casa, em frasco apropriado, sem contaminação com urina.

O uso de bebidas alcoólicas pode interferir na pesquisa de sangue oculto nas fezes?
Sim. O álcool é um irritante gástrico e sua ingestão em grande quantidade pode provocar sangramento no estômago. Deve-se evitar a ingestão de bebida alcoólica nos três dias que antecedem o exame.

É necessário fazer dieta especial para a pesquisa de sangue oculto nas fezes?
Não. Os testes atuais não sofrem interferência da dieta. Entretanto, recomenda-se evitar bebida alcoólica, uso de laxantes, contraste oral e alguns medicamentos como aspirina, corticóides e anti-inflamatórios nos três dias que antecedem o exame. Aguardar 48 horas após sangramentos hemorroidários e menstruais terem cessado.


Por que é necessário apresentar resultados anteriores de exames de imagem?
Usualmente solicitamos exames anteriores da região do corpo a ser estudada no exame atualmente pedido. Mesmo que antigos, esses exames fornecem importantes informações sobre o histórico do cliente relativamente à região em estudo e podem até orientar a melhor forma de se programar o exame atual.

Em alguns casos, a apresentação do exame anterior é imprescindível para a realização do exame atual e sua ausência pode impossibilitar a execução do estudo pedido e sua adequada avaliação. São exemplos dessas situações: apresentação do último exame de mamografia para realização da mamografia atual e para realização de ultrassonografia das mamas; apresentação de exames de imagem anteriores para realização de punções e biópsias de órgãos orientadas por métodos de imagem; apresentação de exames anteriores para exames de acompanhamento evolutivo de pacientes oncológicos.

Aparelho dentário, "stent", marcapasso cardíaco e DIU interferem no exame de ressonância magnética?
Aparelho dentário: por serem metálicos, podem condicionar artefatos (degradação das imagens) quando se realizam exames relacionados ao segmento cefálico (crânio, órbitas, ouvidos, face). A importância e grau de prejuízo para a adequada análise do exame variam em cada caso e são analisadas no momento do exame pelo médico realizador. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção provisória do aparelho dentário e remarcação do exame.

Stent: usualmente, a maioria dos modelos de stents utilizada não é impeditiva para a realização do exame de ressonância magnética desde que se respeite um intervalo mínimo de seis semanas entre sua colocação e a data do exame. Nesse período, modificações ocorrem no próprio stent e na região de seu implante que garantem sua fixação e certo grau de isolamento prevenindo seu aquecimento.

Marcapasso Cardíaco: o aparelho de ressonância magnética funciona como um grande ímã. Seu campo magnético pode interferir no adequado funcionamento do marcapasso, desregulando-o, com risco de morte para seu portador. Por isso, a presença de marcapasso contraindica a realização do exame de ressonância magnética.

DIU: a maioria dos modelos de DIU utilizados, mesmo que possuindo componentes metálicos, é segura para a realização de exames de ressonância magnética sem se evidenciarem aquecimentos ou deslocamento do dispositivo. Quando realizado estudo da região pélvica, o DIU pode condicionar artefatos da imagem. Usualmente, tais artefatos são de pequena magnitude e não interferem significativamente na análise do exame.

Silicone nas mamas interfere na mamografia?
A presença do implante de silicone, dependendo de sua localização (anteriormente ou posteriormente ao músculo peitoral), exige modificação da técnica padrão de realização do exame de mamografia, acrescentando-se a realização de uma ou duas incidências adicionais (um ou dois filmes a mais de cada mama), evitando a sobreposição do implante sobre o parênquima mamário. A eficácia dessa "manobra" é avaliada pelo médico durante a realização do exame e o mesmo julgará se será recomendável avaliação complementar por outro método de imagem nos casos duvidosos, sinalizando no relatório da mamografia. Todavia, a avaliação clínica e julgamento do médico solicitante ao receber o resultado são fundamentais para a decisão da real necessidade de complementação. De qualquer forma, a mamografia continua sendo o exame de escolha na detecção do câncer de mama mesmo em pacientes com implantes de silicone.

O que é um contraste?
Meios de contraste são compostos químicos utilizados em exames de imagem para realçar órgãos, estruturas anatômicas ou certos tipos de lesão. Em alguns casos, podem nos orientar, também, sobre o funcionamento de certos órgãos. São fundamentais para o estudo de vasos (artérias e veias). Podem ser administrados por diversas vias, sendo as mais comumente usadas na prática diária a oral, a endovenosa e a intra-articular.

A necessidade do uso do meio de contraste e a via de administração dependem do tipo de exame a ser realizado, de sua indicação clínica e da patologia em estudo. É uma decisão tomada pelo médico realizador do exame, no momento do mesmo, e após análise do pedido médico, pesando-se o benefício de seu uso e eventuais contraindicações apresentadas pelo cliente.

Contrastes utilizados em exames de imagem interferem em exames de laboratório?
Os meios de contraste utilizados podem interferir no resultado de exames laboratoriais, principalmente quando administrados por via oral e/ou endovenosa.

O ideal é que o exame laboratorial seja realizado antes da realização dos exames de imagem. Todavia, caso não seja possível programar a coleta para antes do exame de imagem, recomenda-se um intervalo mínimo de 72 horas entre o uso do meio de contraste e a coleta do material para análise laboratorial.

Por que os resultados de exames de mamografia e ultrassom são liberados imediatamente e os resultados de Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e PET CT demoram, no mínimo, 48 horas?
O exame de ultrassonografia nos fornece informações diretas e em tempo real da área a ser analisada; a mamografia gera, também, pequeno número de imagens, com informações diretas que não necessitam de pós-processamento. Portanto, em ambos os casos, a análise é imediata, permitindo a elaboração e liberação do relatório imediatamente após a aquisição das imagens.

Os exames de tomografia computadorizada, ressonância magnética e PET CT geram um número grande de imagens, usualmente na casa das centenas ou milhares. Além de um maior volume de informações, as imagens necessitam de um pós-processamento, ou seja, são trabalhadas com auxílio de um computador e, em certos casos, de softwares específicos. Portanto, o processo de análise é mais trabalhoso e demorado, exigindo um tempo maior para sua adequada realização e elaboração do relatório médico.


Como acessar o meu resultado pelo site? Na página inicial do nosso site, em Resultados Online, escolha no campo disponível à baixo do monitor . Em seguida, a data de nascimento e a senha também constante no cabeçalho da via cliente. Atenção: alguns resultados não podem ser visualizados e devem ser retirados na unidade onde realizou os exames com a apresentação da via cliente e documento de identificação original e legal.


Por que armazenar o sangue do cordão umbilical do bebê?
Porque no cordão umbilical se encontra um grande número de células-tronco hematopoiéticas, fundamentais no transplante de medula óssea. Se houver necessidade do transplante, essas células de cordão ficam imediatamente disponíveis e não há necessidade de localizar um doador compatível e submetê-lo à retirada da medula óssea.

Por quanto tempo as células-tronco do cordão umbilical podem ficar armazenadas?
Os estudos de criopreservação de células-tronco do cordão umbilical são recentes. A mais antiga célula-tronco de cordão utilizada com sucesso em um transplante, estava criopreservada há 15 anos. As células-tronco de medula óssea já são criopreservadas durante décadas sob as mesmas condições de criopreservação.

Qual o volume mínimo para o sangue do cordão umbilical ser criopreservado?
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina que o material só poderá ser criopreservado se tiver um volume mínimo de 70ml e/ou uma celularidade de 500 milhões de células.

Como o sangue do cordão umbilical é transportado até o Criovida?
Após a coleta, o material é condicionado em caixa térmica, refrigerado e com termômetro que irá registrar a variação de temperatura durante todo o percurso. O Hermes Pardini, possui uma eficiente equipe de logística que atua em todo o território nacional, garantindo que o material seja transportado até o CRIOVIDA com toda segurança e em tempo hábil de processamento.

A gestante precisa fazer algum exame?
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina que devem ser realizados exames sorológicos no sague da mãe. Esses exames devem ser realizados nos últimos 30 dias que antecedem a data prevista do parto. A coleta do sangue para realização dos exames sorológicos podem ser feitos no momento do parto.

Como é feito o contato com o colhedor nos feriados, finais de semana e durante a madrugada?
O CRIOVIDA fornece aos seus clientes a escala de plantão dos colhedores com os telefones celulares e residências, para que possam entrar em contato no momento em que a gestante entra em trabalho de parto ou em caso de uma cesárea de urgência. Todos os nossos colhedores são informados diariamente sobre os clientes e data prevista dos partos.

Como é realizada a coleta de sangue de cordão umbilical?
A coleta é realizada imediatamente após o nascimento do bebê, tanto em parto normal quanto em cesárea, antes da placenta ter sido retirada. O cordão umbilical é clampeado, cortado e assim que o bebê é separado do cordão, o sangue é drenado para uma bolsa de coleta estéril que já contém o anticoagulante (veja maiores detalhes nas instruções de coleta).

Não há nenhum tipo de interferência com os procedimento do parto, sendo assim a mãe e a criança não são expostos a nenhum tipo de risco. É imprescindível que seja utilizado o Kit de Coleta do Hermes Pardini, no qual todo material utilizado é estéril, apirogênico e descartável. O que é sangue de cordão umbilical?

O sangue de cordão umbilical é o sangue que circula na placenta e cordão umbilical e que tem como função carregar nutrientes e oxigênio para o feto. É rico nas chamadas células tronco, que são células que possuem a capacidade em se diferenciar em vários tipos de tecidos, como tecido hematopoiético, tecido muscular, tecido adiposo e até neuronal.



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